Loja Escutista da Região de Viseu

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www.viseu.cne-escutismo.pt/loja

CAEV - Centro de Atividades Escutistas Viriato

O Centro de Atividades Escutistas Viriato (CAEV) é um espaço destinado à realização de atividades escutistas, nomeadamente as de cariz ambiental, espiritual e técnica escutista, bem como um espaço destinado à formação de Dirigentes, visando o contacto direto com a natureza, em fraternidade, alegria e espírito escutista, proporcionando e apoiando o desenvolvimento pessoal e espiritual coletivo de jovens e adultos.

www.viseu.cne-escutismo.pt/caev


7 Maravilhas do Método

Programa Educativo

Sistema de Patrulhas

O Sistema de Patrulhas, tal como idealizado por Baden-Powell, leva as crianças e jovens de um grupo a se organizarem em pequenos grupos. Estes grupos possuem uma identidade e vida própria, uma liderança e organização interna. Constituem um dos elementos mais marcantes e distintivos do Escutismo enquanto pedagogia educativa.

O bando, patrulha, equipa ou tribo é o grupo onde as crianças e jovens, sob a liderança de um deles, estabelecem relações e são incentivados a assumir diversas tarefas para a promoção do bem-comum, incentivando-se, assim, a co-responsabilidade que potencia a aprendizagem da democracia e da solidariedade, bem como a compreensão do papel do líder e da importância de uma boa e equilibrada liderança para o desenvolvimento do grupo.

I Secção II Secção III Secção IV Secção
Designação do
Pequeno Grupo
Bando Patrulha Equipa Tribo
Efetivo 4 a 7 Lobitos 4 a 8 Exploradores 4 a 8 Pioneiros 4 a 8 Caminheiros
Género Aconselha-se misto Aconselha-se misto Aconselha-se misto Aconselha-se misto
Idêntidade Uma de cinco cores: branco, cinzento, preto, castanho e ruivo Nome de animais Nome de Santo da igreja, um pioneiro da Humanidade ou herói nacional Nome de Santo da igreja, um benemérito da Humanidade ou herói nacional
Liderança Guia de Bando Guia de Patrulha Guia de Equipa Guia de Tribo
Constituição da secção 2 a 5 Bandos 2 a 5 Patrulhas 2 a 5 Equipas 10 a 32 Caminheiros
Designação da
Sede/Local de reunião
Covil Base Abrigo Albergue

A patrulha enquanto micro-sociedade

É o Sistema de Patrulhas que faz do Escutismo um verdadeiro esforço de cooperação, um método de educação natural e não formal, onde cada jovem, com as suas particularidades e curiosidades muito pessoais, cresce com os outros e entre eles. Em que os pares se reconhecem pela vivência conjunta e pela prática da Lei do Escuta.

A patrulha é uma micro-sociedade

A patrulha é uma “micro-sociedade”, onde cada escuteiro desempenha um papel.
Ao assumir a responsabilidade de determinadas tarefas no seio do bando, patrulha, equipa ou tribo, o escuteiro torna-se responsável por si mesmo e... cresce!

O Sistema de Patrulhas proporciona ainda a perda da perspectiva egocêntrica, e permite às crianças e jovens a criação de hábitos de divisão de tarefas e de bens, unindo os jovens num objetivo comum, repleto de camaradagem, cumplicidade e amizade.

A sede da patrulha

O Escutismo vive essencialmente do ar livre, na Natureza, mas não afasta a necessidade da vivência em sede, onde cada bando, patrulha, equipa ou tribo tem o seu espaço próprio. É aí que o grupo onde guarda o seu material, onde se reúne e onde preserva a sua identidade e memórias.

O espaço de reunião, espaço próprio e reservado do bando, patrulha, equipa ou tribo, é um momento importante do crescimento escutista, e assim deve ser valorizado, pois permite impulsionar o sentido da participação em comum, baseada no diálogo e na cooperação, da organização e planeamento, da visão crítica e avaliação, da auto-gestão com responsabilidade.

As reuniões e o conselho de Guias

Relacionado com o Sistema de Patrulhas, e com a forma como este se articula na Unidade permitindo a vivência do método do projecto, é o sistema de reuniões e conselhos que dão suporte a toda a vivência das patrulhas e da Unidade.

Elemento crucial da vida das secções é o Conselho de Guias. Este é um órgão permanente que, sob a coordenação do Chefe de Unidade, orienta a vida da Unidade.
O papel do Guia é assim fundamental, não apenas na liderança e coordenação do bando, patrulha, equipa ou tribo, mas também na representação deste junto da Secção, através do Conselho de Guias.